




Fonte: http://twixar.me/scV1
A segunda sem carne é um movimento que se iniciou nos Estados Unidos em 2003 e está presente em mais de 40 países. No Brasil existe desde 2009 e é difundido pela Sociedade Vegetariana Brasileira. Muitas escolas da rede públicas são adeptas a iniciativa da Segunda sem carne, além de empresas e restaurantes. O intuito é diminuir o consumo de proteína animal visando a ética animal, do meio ambiente e também saúde.
A pegada ambiental gerada pela produção de carne é enorme, gastando cerca de 10 a 20 mil litros de água por kg de carne, emitindo cerca de 335 kg de CO2 por kg, além de que cerca de 70% da amazônia desmatada é destinada a pecuária. Ao não optar pela carne a pegada ambiental é reduzida em cerca de 35%.

Fonte: http://twixar.me/zcV1

Sobre saúde, estudos sugerem que os vegetarianos têm menos incidência de todas as doenças crônicas não transmissíveis, como dislipidemias, hipertensão, cardiopatia isquêmica, diabetes e diversos tipos de câncer.
A composição do prato vegetariano é simples e compreende a necessidade diária de todos os nutrientes se for adequadamente planejado. O ideal é uma porção de cereais (arroz, macarrão, milho), uma de leguminosas (lentilha, feijão, grão-de-bico), e o restante composto por legumes e verduras, além de uma fruta. Ao aderir a Segunda Sem Carne também é indiretamente ampliada a variedade de preparações consumidas.
Sendo assim, a prática de um dia na semana sem carne já é um passo em prol de uma melhor saúde e meio ambiente. A ideia não é necessariamente o vegetarianismo, mas sim um consumo de carne mais consciente.